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" Rodeios"

Os rodeios são esportes ....Ou podemos dizer torturas ,pois chegam a mata-lós.para que os animais saltem,cabeceiem e se comportem de maneira como se apresentam nas arenas é preciso torturá-los. veja abaixo alguns instrumentos que usam para torturá-los.

choques elétricos ou mecânicos ,usados em partes sinsíveis do animal ,objetivo enfurecer e apavorar o animal para obriga-lo a saltar .

peiteiras e sinos corda ou faixa de couro amarrada no corpo do animal atrás da axilas.na peiteira são colocados sinos,cujo ruídos vão aumentando a cada pulo .

esses são alguns instrumentos que usam para torturar os animais em rodeios. antes de chegar aos rodeios veja abaixo o que fazem para tortura-lós..

baias minúsculas e rampas : utilizadas no embarque ,no desembarque e no transporte dos animais até o local dos rodeios ,sofrimento físico e mental ,pânico ,desespero,fraturas ...

rodeio.jpg

Hipismo (história)

O hipismo é o único esporte em que homens (cavaleiros) e mulheres (amazonas) competem em uma mesma prova. Suas regras variam de acordo com a modalidade, que são: adestramento, CCE (Concurso Completo de Equitação), enduro, especial, pólo, rédeas, salto e volteio.

História
Amizade entre o homem e o cavalo remonta os princípios da civilização, quando o animal começa a ser usado como meio de locomoção. Conduzindo os soldados nas guerras, participando das famosas caçadas à Inglaterra.

O cavalo sempre foi presença obrigatória e bem amada na vida do homem. Hoje, raramente ele puxa um arado, foi substituído pelo automóvel . E cavalgar transformou-se num esporte: o hipismo praticado por homens,mulheres e crianças.

Esporte conhecido pela elegância , o hipismo surgiu do costume de nobres europeus, especialmente ingleses, de praticarem a caça à raposa, quando os cavalos precisavam saltar troncos, riachos, pequenos barrancos e outros obstáculos que os caçadores encontravam pelas florestas. O desenvolvimento da atividade ocorreu no século XX, com a criação das primeiras pistas com obstáculos exclusivamente para a prática de saltos.

O esporte tem como linha básica para um bom resultado a integração entre o conjunto (cavaleiro/cavalo). E com o passar do tempo o comportamento do cavaleiro foi mudando, buscando facilitar o trabalho do animal. Inicialmente, o montador ficava com o corpo na vertical, forçando o seu equilíbrio nas rédeas e no estribo.

No final do século XIX, o italiano Frederico Caprilli decidiu deixar a cabeça e o pescoço da montaria livres, sem alterar o equilíbrio do cavalo no instante do salto. Atualmente, os cavaleiros mantém o corpo inclinado para a frente, acompanhando a direção do animal na transposição do obstáculo.

O hipismo fez parte do programa da primeira Olimpíada da Era Moderna, em 1896, em Atenas, como esporte de demonstração. Entretanto, somente foi incorporado definitivamente aos Jogos Olímpicos em 1912, em Estocolmo.

Uma característica particular do hipismo é que homens e mulheres podem competir juntos com as mesmas possibilidades de vitória, diferentemente de outros esportes, em que a performance masculina é superior devido à maior força física. Além da categoria da amazona ou cavaleiro e da integração entre animal e condutor, o importante é contar com uma montaria saudável e bem condicionada. Sem divisão por genero, os competidores são separados conforme a idade: mini-mirim (oito a 12 anos), mirim (12 a 14), juniores (14 a 18) e seniores (acima de 18). As entidades que dirigem o esporte costumam utilizar também as seguintes sub divisões: principiantes, aspirantes, jovens cavaleiros, seniores novos, veteranos e proprietários.

Além do salto, os esportes eqüestres têm outras modalidades. Nos Jogos Olímpicos são disputados também o adestramento, (em que o cavalo executa movimentos cadenciados, em perfeita harmonia com o cavaleiro); concurso completo de equitação, (disputado em três dias com provas de adestramento, corrida no campo com obstáculos naturais e artificiais, de resistência ao trote e salto); enduro, entre outros.

Fonte: www.anglobrasileiro.com.br

HIPISMO
Primeira aparição nos Jogos Pan-americanos: 1951

O hipismo é a única modalidade dos Jogos Pan-americanos em que atleta e animal formam um conjunto. E a importância de cada um é de tal forma dividida que o hipismo também é um dos poucos esportes em que homens e mulheres competem uns contra os outros. A história da modalidade se confunde com a história da própria civilização, quando o homem começou a usar o cavalo como meio de locomoção e passou a adestrá-lo. Mas foi só em 1921 que foi criada a Federação Eqüestre Internacional. A esta altura, o hipismo já era largamente praticado em suas três categorias.

Saltos é a categoria mais conhecida e, dependendo da competição, ganha quem percorrer um trajeto determinado no menor tempo possível, derrubar o menor número possível de obstáculos ou somar o maior número de pontos. No adestramento, o vencedor é determinado por uma avaliação de juízes, que julgam as performances nos movimentos obrigatórios e na coreografia livre. Por fim, o concurso completo de equitação (CCE) é uma categoria cuja disputa dura três dias, envolvendo adestramento, prova de fundo (subdividida em quatro etapas) e saltos.

Fonte: www.rio2007.org.br

HIPISMO

SURGIMENTO DA EQUITAÇÃO
Após a Guerra da Tríplice Aliança D. Pedro II trouxe de Portugal o Cap Luiz de Jácome, que tinha a missão de estabelecer as bases para a criação das coudelarias do Exército e difundir a doutrina eqüestre de Baucher, predominante na Europa naquela época. Sua ação fez-se sentir no Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, estimulando a equitação nos quartéis e nos clubes civis.

Após a proclamação da república, o Marechal Hermes Rodrigues da Fonseca, então Presidente da República, tendo realizado cursos militares na Alemanha, enviou à Escola de Cavalaria de Hanover oficiais do Exército.

Com isso, difundiam-se pelo Brasil duas doutrinas, a Francesa e a Alemã.

Após a Primeira Grande Guerra chegou ao Brasil a Missão Militar Francesa, comandada pelo General Gamellin. Como instrutores de equitação vieram os comandantes Gipon e De Marrail.

Em 1922 o Ministro da Guerra criou o Centro de Formação de Oficiais Instrutores de Equitação, com o objetivo de formar oficiais instrutores de equitação, capazes de transmitir, nas escolas e corpos de tropa, regras uniformes de Equitação. Era o embrião da atual Escola de Equitação do Exército. O trabalho iniciado e difundido pela Escola de Equitação do Exército tomou o Brasil.

Desde então o hipismo cresceu e se desenvolveu. A equitação que antes era dirigida aos militares e que tinha por objetivo adestrar os cavalos e cavaleiros para o combate deu lugar à equitação como esporte e difundiu-se também ao público civil.

Em 1952 o hipismo nacional teve um de seus resultados mais expressivos, o quarto lugar do então tenente coronel Eloy Menezes nas Olimpíadas de Helsinky, feito igualado apenas no ano 200 pelo cavaleiro André Johanpeter, nas Olimpíadas de Sidney.

As medalhas de bronze conquistadas pela nossa equipe de Hipismo nas Olimpíadas de Atlanta e Sidney, os títulos na Copa do Mundo e nos Jogos Mundiais conquistados por Rodrigo Pessoa marcaram definitivamente a presença do Brasil neste esporte, trazendo como conseqüência a popularização e o aumento de praticantes por todo o país.

HIPISMO
O hipismo é o esporte das corridas de cavalos que teve origem na Inglaterra dos princípios do século XVII. Foi a partir da iniciativa de Jaime I que se realizaram as construções dos primeiros hipódromos nas planícies de Newmarket. Além disso, também foi responsável pela importação de garanhões reprodutores do Oriente, com a finalidade de melhoria das raças existentes no país.

O incentivo da criação de cavalos puro-sangue (os únicos aos quais até hoje é permitida a participação nas corridas) partiu da iniciativa de Carlos II, amador do hipismo e considerado o “pai do esporte hípico”. Na verdade, as várias linhagens dos cavalos de corrida descendem de apenas três reprodutores nascidos na Inglaterra.

Os reprodutores que deram origem a essas linhagens são: o Matchem (1748), que faz parte da segunda geração do cavalo árabe de Godolphin Barb, cuja importação foi realizada em 1730; o Herod (1758), descendente em quarta geração de Byerly Turk, reprodutor árabe de importação do ano de 1690; o cavalo Eclipse (1764), descendente em quarta geração do cavalo árabe Darley Arabian, que fora importado em 1704

Fonte: www.hipismobrasileiro.hpg.ig.com.br

Hipismo
Hipismo ou equitação pode ser tanto uma arte, uma actividade de lazer, um desporto ou uma forma de transporte.

Desporto
Como desporto, o hipismo realça a ligação entre o cavaleiro e a sua montada, em provas de perícia, velocidade e adestramento.

Corrida de cavalos

Alguns desportos hipicos são:
Adestramento
Concurso completo de equitação (CCE)
Salto
Enduro
Equitação Paraequestre
Pólo
Saltimbancos
Volteio
As competições hipicas fazem parte do programa dos Jogos Olímpicos desde 1912, tendo havido também provas hipicas na edição de 1900. Este é um dos poucos desportos onde homens e mulheres competem entre sí.

Fonte: pt.wikipedia.org

referencia:http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/hipismo/hipismo-1.php

Porque que o cavalo usa ferradura?

O cavalo pisa sobre a extremidade de um único dedo, protegido por um casco, que é uma unha córnea. Na Antiguidade, os cavalos não usavam ferraduras e os cascos se desgastavam depressa, por isso, eles não trabalhavam por muito tempo.

Por volta do século X, no Ocidente, descobriram a ferradura e passaram a colocá-las nesses animais. Os cravos da ferradura são fixados na parte morta do casco e isso ajuda a não "gastar" o casco do cavalo.

referencia:http://smartkids.terra.com.br/pergunte/mamiferos/cavalo.htm1

Como domar potros do jeito mais fácil

Iniciar a doma de potros por uma técnica utilizada por treinadores do mundo inteiro, o Horsemanship, é o que há de mais sensato hoje no mundo do cavalo para doma.
O domador se coloca no lugar de um animal líder, levando o potro a uma obediência natural, baseada numa relação de respeito.

O uso da técnica de Horsemanship garante resultados rápidos e consistentes.
Entender melhor como pensa e age um cavalo faz com que muitos fatores do dia a dia, às vezes considerados problemas, possam ser entendidos e resolvidos facilmente. Quando falamos em potros, tudo isto se potencializa muito, já que estamos iniciando uma carreira, seja esportiva ou de trabalho e passeio, que deve ser sempre levada com muita seriedade e principalmente alegria e conforto para o cavalo.

"Entendendo a natureza dos cavalos, mudamos nosso modo de pensar sobre tudo o que acontece quando estamos com eles"

O QUE É HORSEMANSHIP?

O Horsemanship é um conceito de construção do relacionamento entre o Homem e Cavalo, através de métodos não violentos, buscando a integração e o melhor entendimento da natureza dos Cavalos.

Este tipo de trabalho é geralmente realizado em um redondel.

referencia:http://www.marcalcouros.com.br/cavalos+cavalos/curisosidades.htm

A pelagem no inverno

Cuidados especiais com a pelagem no inverno são fundamentais para manter seu cavalo saudável e com rendimento máximo durante todo o período de frio

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Alguns acham bonito, outros uma amolação. Porém é necessário evitar que a pelagem dos eqüinos fique muito comprida e espessa no inverno. Este cuidado deve ser tomado especialmente por proprietários de cavalos atletas, ou de animais que são submetidos à manejo intenso. Os donos de cavalos que vivem soltos no pasto não precisam se preocupar, já que a pelagem representa uma mecanismo natural de defesa contra as baixas temperaturas. Mas aqueles cujos cavalo transpiram muito ou são banhados diariamente após a prática de esporte (ou qualquer outra atividade hípica), a pelagem é um problema que precisa ser acompanhado de perto. Se a pelagem estiver muito espessa ou comprida, em poucos minutos de trabalho o cavalo ficará completamente encharcado. E ao final dos exercícios o animal peludo custará a secar, já que a evaporação é muito mais lenta em baixas temperaturas. Dar-lhe um banho é pior ainda, especialmente quando está ventando, já que a queda bruca de temperatura pode acarretar uma série de doenças. Vale salientar também que a pelagem só exerce seu efeito de isolamento térmico se estiver seca. Quando está molhada, ela acelera o resfriamento.

Outra pergunta freqüente de muitos criadores é se os cavalos devem ser mantido em abrigos durante os períodos de frio. Cavalos fortes e bem alimentados não se incomodam muito com as baixas temperaturas, desde que estejam secos e com a pelagem natural (não tosqueada). A pelagem é tão eficiente que a neve cai sobre o dorso de cavalos que vivem em regiões geladas e não derrete. Ou seja, o calor do corpo do animal fica completamente isolado do ambiente externo. No entanto, alguns animais são mais sensíveis à exposição de correntes de ar frio, por isso é recomendável que tenham sempre acesso fácil a um abrigo, que pode ser um bosque, uma encosta de um morro ou uma cabana.

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Cavalos que vivem encocheirados geralmente não estão acostumados com o frio, já que passam grande parte do dia e da noite protegidos por portas e janelas das baias. É necessário tomar cuidado para evitar choques térmicos quando os animais são levados ao trabalho. Os animais tosqueados, que transpiram menos e secam mais rápido, precisam ser cobertos por capas durante o dia e a noite, exceto na hora do trabalho. O toque nas orelhas pode determinar se um cavalo está com frio, e a eventual necessidade de capas mais grossas ou finas.

Concluindo, a melhor maneira de determinar o procedimento a ser tomado com um cavalo é equacionado uma gama de fatores como temperatura, umidade, intensidade de trabalho, sistema de manejo e outros. Seguindo estes passos você garante a saúde e o bem-estar do seu cavalo. Com ou sem frio.

referecia:http://www.hipismobrasil.com.br/beleza/pelagem_inverno.asp

Como dar banho em um cavalo

Após os exercícios ou depois de uma longa caminhada, o banho é sempre a melhor maneira de refrescar e relaxar. Além de higiênico, ele proporciona conforto e descontração ao animal, aliviando as tensões físicas e mentais provocadas pela atividade física. Para os cavalos, a palavra banho significa limpeza e bem-estar. Para os donos, é um momento de lazer e sintonia com o animal.

Para ajudá-los a aplicar corretamente todas as técnicas de limpeza e massageamento em seu cavalo, preparamos 15 dicas que podem ser facilmente empregadas por você no dia-a-dia. Aproveite!

O banho ideal dura em média de 15 a 20 minutos. A escovação na ducha deve ser diária, pois é higiênica e saudável. O shampoo pode ser aplicado somente uma vez por semana.

Importante: antes de começar o banho, verifique a transpiração e a respiração do animal. Estes dois fatores devem estar dentro dos padrões normais. Caso contrário, o contato da água fria com o corpo quente e úmido do cavalo pode provocar um choque térmico.

Comece o banho sempre de baixo para cima. Molhe bem as patas, depois passe para as pernas, e bem devagar, molhe a barriga em toda sua extensão. Suba o esguicho para a garupa e siga vagarosamente em direção à cernelha.

Limpe a parte de cima dos cascos com um escova de plástico, depois levante a pata do animal e limpe com muito cuidado a ranilha, pois é uma parte bastante sensível. Em seguida enxágüe bem.

É muito importante limpar as partes sexuais do cavalo, pois geralmente é onde a sujeira fica impregnada. Use sabão glicerinado (ou o mais neutro possível) para não causar irritações na pele do animal. Se ele permitir, passe uma esponja macia e umedecida com água e sabão.

Depois de molhar o pescoço, passe para a cabeça. É indispensável limpar o focinho, o chanfro e a ganacha. Mas tudo muito suavemente. Se o cavalo não permitir que você use a escova, tente uma esponja ou use simplesmente as mãos.

Para lavar a cabeça do animal, diminua a pressão da água dobrando a mangueira ao meio. Deixe a água escorrer entre as orelhas. Se o animal estiver assustado, deixe ele olhar a ducha por algum tempo e depois repita o processo.

As orelhas não podem ser lavadas internamente, por isso tome cuidado com o esguicho. Use um chumaço de algodão e um pouquinho de óleo para remover a cera das orelhas.

Não jogue água nas narinas. Use uma esponja macia ou simplesmente a mão.

No banho com shampoo, use um balde com três partes de água para uma de shampoo. Mergulhe a luva (ou esponja) na mistura e vá passando sobre todo o corpo do animal, sempre em movimentos circulares.

Não esqueça da crina e da cauda. Após lavar a cabeça do animal, vire a crina toda para um lado e use a escova para desembaraçar. Coloque a cauda de molho no balde com água e shampoo e depois use as mãos para lavar. Se necessário, use a escova para desembaraçar.

Se o animal estiver com o pêlo ressecado, aplique um banho de creme. Leve ao fogo um frasco de creme rinse e espere até que o produto esquente e se dissolva. Depois, com o animal na sombra, aplique o creme e espere 10 minutos. Enxágüe bem e repita o procedimento de 15 em 15 dias. Caso o pêlo do animal não apresente melhora, consulte seu veterinário para um diagnóstico mais preciso.

Para terminar o banho, pegue o escorredor e passe pelo corpo inteiro do animal, de cima para baixo, acompanhando o sentido da musculatura.

Conforme ele for secando, penteie a crina e a cauda várias vezes, até que ambas fiquem bem soltas e desembaraçadas.

Para massagear o cavalo, passe a luva ou a escova em movimentos circulares, pois desta forma você estará relaxando a musculatura e ativando a circulação sangüínea do seu animal.

referencia:http://www.hipismobrasil.com.br/beleza/

Papéis de parede de cavalos

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Amazona Julia Diniz

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Começou a montar em 2007 com pequenos passeios.Então apartir daquele dia começou a se apaixonar pela a equitação,em 2008 entrou na hípica Brasil dizendo "eu vim aqui para me tornar uma amazona!",na equitação ela é confiante, não tem medo do salto e adora os cavalos e o seu professor chamado Roni, ela disse que a proxima competição de equitação que houver na sua hípica ela vai participar e promete uma votória!Quando o dia da competição chegar avisarei a todos aqui que entram no meu blog!

Cavaleiro Bernado Cardoso de Resende Alves

cavaleiro_bernardo_alves.jpg Bernardo Cardoso de Resende Alves, nasceu na bela cidade mineira de Belo Horizonte. Escorpiniano nascido em 20 de novembro de 1974.
Filho de João Baptista Ribeiro de Resende Alves e Maria José Cardoso Resende Alves.

Aos quatro anos, quando visitava uma fazenda nos arredores do Cepel, viu alguns cavaleiros saltando e nesse instante nascia a paixão pelo esporte.

Depois de alguns testes, foi aceito na escolinha do Cepel.
Sob orientação de José Wilson, o Pelé, foi aprendendo todos os segredos desse esporte, mas por ser muito pequeno aconteciam refugos e consequentemente vinham as quedas.
Pelé logo notou o talento e a grande força de vontade do pequeno Bernardo, e assim incentivava-o a continuar saltando apesar das quedas.

Aos 8 anos Bernardo ganhou seu primeiro título, Campeão mini-mirim das escolas de São Paulo, Belo Horizonte e Brasília. A partir daí começou a ter o incentivo do titular do Cepel Dr. Marcos Valle Mendes e Vitor Alves Teixeira.
Vitor Alves passou a ser seu instrutor. Dessa união começava a surgir um grande campeão.

Aos 12 anos, montando Zurquis, foi campeão brasileiro mirim.
Com o apoio do Cepel, Bernardo sempre contava com bons cavalos, como Zurquis e Larrami.

Aos 16 anos, tornou-se profissional. Como sempre utilizou cavalos do Cepel, continua até hoje sendo sua referência para treinos.

Apesar de ter ficado na reserva, Bernardo foi campeão por equipes no Panamericano de Mar Del Plata na Argentina. Em 1999 (Panamericano de Winnipeg), já atuando como titular, foi campeão novamente.

Em maio de 2001, Bernardo passou 3 meses na Europa no manège do Neco, Nelson Pessoa. Neste período disputou importantes provas onde conquistou excelentes resultados. No concurso internacional de Aachen, Bernardo teve uma destacada atuação e foi considerado a maior revelação do evento.

Em 2002, o cavaleiro passou toda a temporada na Europa onde conquistou importantes resultados como a medalha de bronze para o Brasil, no Campeonato Mundial de Cavalos Novos, e pode acumular muita experiência ao saltar as principais provas do circuito mundial competindo com os principais cavaleiros do mundo.

2003
Eleito o melhor cavaleiro do CSI-W de Mechelen, na Bélgica
3° lugar no GP do CSI-A de La Corunha, Espanha

2004
2° lugar no GP da Copa do Mundo do CSI-W de Vigo, Espanha
1° lugar no GP do CSI de de Bois-le-Roi, França
Vencedor da prova forte (1,50m) do CSI quatro estrelas de Wiener Stadthalle, Áustria
Medalha de Bronze por equipe no Pan-americano de São Domingos
1° lugar na Copa do Rei do CSI-A de Madri
2° lugar no GP do CSI-A de Monte Carlo
1° lugar no GP do CSI de Vejer de la Frontera (IX Sunshine Tour)

Perfil
Data de Nascimento: 20 de novembro de 1974
Local: Belo Horizonte - MG
Altura: 1,86m
Peso: 76kg
Hobby: Jogar Tênis
Cidade: Rio de janeiro
Ídolo no hipismo: Vitor Alves Teixeira, Rodrigo Pessoa, Ludger Beerbaum, John Whitaker e Nick Skelton.
Ídolos: Guga e Ayrton Senna
Perfume: Issey Miyaki
Bar: Dado Bier em Porto Alegre
Prato Predileto: Camarão a Provençal
O que mais gosta na TV: programas de esporte e Planeta & Casseta
Time de futebol: Clube Atlético Mineiro

referencia:http://www.hipismobrasil.com.br/cavaleiros/bernardo_alves.asp

Cavaleiro Vitor Alves Teixeira

cavaleiro.jpg Vitor começou a montar em 1971 na Sociedade Hípica de Brasília quando sua mãe, através de um trabalho, foi convidada pelo então presidente Cel. Fidélis Chaves da Silveira a inscrever seus dois filhos Vitor Alves Teixeira e Luiz Otávio Teixeira na escola de equitação.
Ambos os meninos possuíam muita facilidade no aprendizado, mas era o Luiz que normalmente ganhava os melhores prêmios e troféus.

Vitor foi impedido de montar depois de alguns meses na hípica por não ser sócio e não ter condições de sê-lo. Neste momento quase desistiu do hipismo, foi como se o mundo tivesse desabado e que todos os seus sonhos nunca se tornariam realidade. Os meninos interromperam a equitação por alguns meses. Foi quando tiveram um convite para montar no regimento de cavalaria e foram, permanecendo por alguns meses, pois não tínhamos condições de comprar o título de sócio da hípica.

Passado alguns meses, o Cel. Fidélis chamou a família propondo a compra de um título de um sócio, que queria vender um pouco mais barato, e assim foi feito com sacrifício dos pais, que sofriam junto com os meninos aquela situação.

Em seis meses Vitor estava disputando o Campeonato Brasileiro de Mirim no Clube de Campo de São Paulo em 1972. Mas foi em 1975, que em Porto Alegre que ganhou o primeiro Campeonato Brasileiro de Junior, superando os quase insuperáveis paulistas.

Desta geração fizeram parte, o Marcelo Artiaga, Marcos Fernandes Alves, Marcos da Silva Fernandes, Luciano Marques Alves (in memória), Pedro Paulo Lacerda, Lucia Santa Cruz, Almir Lustosa Vieira, Djalma Ferreira, Geraldo Gomes de Lemos e alguns outros.

Foi em 1979 quando ganhou o Torneio FIAT superando entre outros Nelson Pessoa, Roberto Kalil, etc. Tinha na época 21 anos e venceu com o cavalo CAMOATI de propriedade do Cel. Fidélis.

Em 1979 conheceu Andréa, que lhe enviou seu cavalo NATURAL, com qual estaria tendo alguns problemas. Em 1981 mudou-se para Belo Horizonte já namorando a Andréa e fazendo parte da Equipe Brasileira, que ganharia o Sul-Americano no Chile e participaria do Campeonato Mundial de Dublin em 1982, ficando na 7ª colocação.

Perfil

Nome: Vitor Alves Teixeira
Nascimento: 22 de janeiro de 1958
Natural: Belo Horizonte, MG
Time de futebol: Atlético Mineiro
Recordes: 2,25m - 2001
Onde Monta: Clube Hípico Santo Amaro - SP
Filme: Ghost
Ídolo: Ayrton Senna
Cavalo: Zurkis

referencia:http://www.hipismobrasil.com.br/cavaleiros/vat.asp